Capinzal – O advogado que defende Vanessa Rodrigues da Silva, mãe do bebê de dois meses morto dentro de casa no Loteamento Parizotto em Capinzal, apresentou nas últimas horas suas alegações com relação ao recurso do Ministério Público que pede ela seja julgada pelo crime através de júri popular. A Promotoria Pública ingressou com um recurso em segunda instância depois que o juiz da Comarca de Capinzal pronunciou apenas o pai para ser julgado através de júri.
O Ministério Público defende que Vanessa Rodrigues da Silva também teria culpa pela morte do bebê, porém o advogado de defesa alega que não existem provas consistentes sobre a participação dela no suposto crime. O homicídio ocorreu no dia 26 de março desse ano. Aislan Toldo, 21 anos, detido no Presídio Regional de Joaçaba será submetido a júri popular.
A defesa de Vanessa Rodrigues da Silva também considera “forçosa a imputação de coautoria do crime de homicídio, principalmente porque não há elementos que demonstrem que Vanessa assumiu o risco de causar a morte do filho pelo fato de não ter denunciado as agressões que vinha sofrendo”.
O caso ganhou grande repercussão na mídia de Santa Catarina e depois de julgado o recurso m Florianópolis o juiz da Comarca de Capinzal poderá marcar a data do julgamento de Aislan Toldo, 21 anos, acusado de matar o próprio filho.

Morte de bebê: Advogado diz que não tem provas para levar mãe a juri popular
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