Ao vivo Rádio Atual FM
10.2 C
Concórdia

Prefeito anuncia medidas contra a Casan pela falta de água; renovação de contrato é improvável e municipalização está descartada

Concórdia – O prefeito Rogério Pacheco anunciou na tarde desta sexta-feira, dia 21, que irá tomar medidas mais “duras” contra a Casan devido a situação envolvendo o desabastecimento de água em bairros do Município. Nos últimos dias os problemas tem se agravado na cidade, provocando desabastecimento de forma mais frequentes não apenas em regiões mais altas, porém em toda a cidade.
Pacheco afirma que desde o início da sua gestão tentou de forma “harmoniosa” buscar soluções para o problemas da falta de água. Ele reconhece que a Casan fez alguns investimentos, porém reiterou que ainda está longe de ser o ideal para resolver definitivamente o problema.
A partir de janeiro a Prefeitura de Concórdia irá iniciar a discussão com a sociedade, envolvendo a população e entidades de classe, visando tomar medidas quando do vencimento do contrato em 2020. Pacheco disse que as desculpas da Casan são sempre as mesmas e a população não aguenta mais o mesmo discurso. 
Um estudo foi contratado pela Prefeitura de Concórdia e será apresentado à sociedade. O material poderá embasar a decisão final sobre a renovação do contrato com a Casan ou não. O prefeito acredita que será improvável a renovação com a Casan, já que a imagem da companhia em Concórdia está prejudicada devido os problemas da falta de água e das obras do saneamento básico.
Está descartada a possibilidade de municipalização do sistema de água ou rompimento de contrato com a Casan. O prefeito reitera que a Prefeitura de Concórdia está trabalhando com muita responsabilidade e a partir do fim da concessão medidas serão tomadas. Como a municipalização não seria possível, outras alternativas foram levantadas como: parceria público/privada ou nova concessão para uma empresa interessada em fazer a gestão da água.
Sobre o rompimento do contrato, Pacheco ressalta que o problema poderá ser agravado, já que outros profissionais que desconhecem do sistema poderiam assumir os trabalhos. Dessa forma, a população poderia ficar sem abastecimento de água por um período muito logo. O prefeito reiterou que não dá para admitir que alguns bairros fiquem cinco até seis dias sem abastecimento.
“As desculpas da Casan são sempre as mesmas e nós não podemos mais admitir isso. Estamos também sofrendo com esse problema, na mesma condição dos moradores”, disse.
Abaixo a entrevista completa:

Participe da comunidade no Whatsapp da Atual FM e receba as principais notícias do Oeste Catarinense na palma da sua mão.

*Ao entrar você está ciente e de acordo com todos os termos de uso e privacidade do WhatsApp

Notícias Relacionadas

Em Alta