
A Conmebol pretende apertar o cerco contra as transmissões piratas online das competições que ela organiza. A entidade sul-americana acertou para este ano parceria com a Irdeto, empresa holandesa especializada em segurança digital, e tem o Brasil como um dos principais alvos de perseguição.
Segundo números da Polícia Civil e do Ministério da Justiça e Segurança Pública do Brasil, os sites de streaming ilegal tiveram cerca de 122 milhões de acessos somente no último trimestre do ano passado no País. Não há ainda um estudo detalhado das transmissões piratas apenas para o futebol.
No ranking da América Latina, o Brasil ficou em quarto lugar entre os países que mais consomem conteúdo pirata, segundo pesquisa realizada em 2017 pela Irdeto, que ouviu 25 mil pessoas em 30 países espalhados pelo mundo. De acordo com a empresa, 61% dos brasileiros admitiram já ter acessado conteúdo ilegal. A Colômbia (77%) encabeça a lista, seguido por México (75%) e Argentina (67%). No Brasil, esse número é de 61%.
Conmebol quer acabar com transmissões piratas de competições por ela organizadas
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