Os efeitos da pandemia têm ido muito além da saúde pública e afetado também repasses da União aos municípios. No caso de Concórdia, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) tem sofrido com as incertezas dos recursos que vêm do Sistema Único de Saúde (SUS) direcionados à clínica.
Por conta disso, o vereador Evandro Pegoraro pediu, em sessão nesta terça-feira (19), para que o município possa cobrir as parcelas que eventualmente fiquem na incerteza, no intuito de manter o funcionamento integral dos serviços. O referido dinheiro é direcionado à clínica de atendimentos da entidade.
O vereador salienta que as cifras ficam próximas de R$ 300 mil por ano. Número que, segundo ele, dividido em parcelas mensais, não pesaria tanto para que o Executivo pudesse auxiliar neste momento de crise nacional.
Pegoraro salienta ainda que “é de conhecimento de toda a sociedade de Concórdia os relevantes serviços prestados pela Apae e o não repasse dos recursos pelo município poderá acarretar em demissões e desta forma prejudicar os trabalhos”.
O líder do governo na Câmara, Fabiano Caitano (PSDB), frisou que o município tem feito todos os repasses que lhe cabem em dia, inclusive aumentando a fatia de recursos à Apae.
Ascom/Câmara de Vereadores

