Concórdia – A Comissão de Saúde, Educação, Cultura, Esporte e Turismo da Câmara de Vereadores se reuniu com a Secretaria Municipal de Saúde e Gerência Regional de Saúde para obter informações a respeito das filas e cronograma das cirurgias de média e alta complexidade do município de Concórdia.
“Precisamos dar uma resposta para a sociedade”, afirmou o presidente da Comissão, Fernando Busetto. O vereador acrescentou que a população concordiense tem procurado insistentemente os vereadores na ânsia de encontrar saída para a realização das cirurgias a que precisam se submeter.
O gerente regional de saúde, Fernando Giuliani, explicou que a Política Hospitalar Catarinense (PHC) prevê a realização das cirurgias conforme a rede de regulação que rege a macrorregião em Joaçaba.
A secretária municipal de Saúde, Leide Mara Bender, acrescentou que todos têm o mesmo objetivo, que é atender as necessidades do paciente que está à espera da cirurgia. Ela informou que os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) pertencem a uma rede de regulação do Estado e que a Política Hospitalar Catarinense (PHC) está vocacionando os hospitais.
“Exemplo disso é o Hospital Regional São Paulo de Xanxerê que trata cardiologia intervencionista, bem como o Hospital São Francisco de Concórdia que cuida da alta complexidade em ortopedia e neurologia”, enumerou.
Para o relator da Comissão de Saúde, André Rizelo, é preciso buscar solução. “Deve haver alguma alternativa para que as filas de cirurgia diminuam. Sabemos que a pandemia impactou o sistema de saúde, mas precisamos voltar aos trilhos”, destacou.
Um dos encaminhamentos será a solicitação de cooperação técnica do Estado para saber quais os motivos da não realização das cirurgias eletivas previamente pactuadas pelo hospital de referência, conforme deliberação da Comissão Intergestores Regional do Alto Uruguai Catarinense. (Por: Juliane Wierzynski / Imagem: Luara Lis)
