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Liberação de jogadores no Concórdia: altos salários e pouco futebol

Concórdia- “Era preciso diminuir os custos com a folha de jogadores. Além disso, tinha atleta que ganhava alto salário mas deixou a desejar em termos de rendimento no Campeonato Catarinense”.

Dessa forma o diretor de futebol Gilberto Ganzer explicou, em entrevista coletiva, a saida de vários atletas do elenco principal do Concórdia ao final do Campeonato Catarinense.

Explicou que a maioria tinha contrato até o final do estadual, e além disso, as propostas que receberam eram maiores do que as do Galo do Oeste.

Citou os casos de Cesinha, Rafael Mariano e Felipe Manoel que já estão em outras equipes, Figueirense, Altos-PI e Aparecidense, respectivamente. O Concórdia também resolveu liberar aqueles atletas que não corresponderam em campo, como Juliano,que foi para o Hercílio Luz, Eduardo e Bruno Ré e existe também a possibilidade da saída do atacante Jackson. Ele só ficará se aceitar reduzir o seu salário.

Sobre o meia Paulinho, a situação foi diferente. O jogador não queria voltar este ano para o Concórdia, mas foi obrigado porque tinha contrato vigente até o final do Catarinense. A saída se deu devido a um problema extra campo, e porque solicitou a  rescisão do contrato através de um acordo com o Concórdia. Paulinho vai jogar no Mirassol-SP.

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