Itá – Os dois presos na operação do Ministério Público e investigados por supostas fraudes em licitação para evento de carnaval em Itá, terão que ficar cinco dias na cadeia, podendo o Ministério Público solicitar a prorrogação do prazo por mais cinco dias, caso entenda necessário para dar prosseguimento as investigações.
Nessa semana, duas pessoas foram presas – uma secretária da Prefeitura de Itá e um empresário do ramo de shows – da região. A operação “Finda Folia” iniciou quando da suspeita de crime de fraude em licitação para promoção de eventos, organização e exploração do Carnaval.
O Ministério Público apura crimes de associação criminosa, fraude em licitação ou contrato e frustação do caráter competitivo de licitação envolvendo agentes públicos municipais e pessoas ligadas a empresa participante de procedimento licitatório.
Os dois presos continuam recolhidos em unidade prisional em Chapecó, por determinação do Judiciário, até o fim do prazo estabelecido pela prisão temporária (cinco dias). Caso entenda necessário, o Ministério Público também pode pedir a prisão preventiva dos envolvidos, ou seja, sem prazo estabelecido.
