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Penalidade Máxima II: prisão de dois a seis anos é a pena para envolvidos

A  Justiça de Goiás aceitou a acusação do Ministério Público e 16 jogadores investigados na operação Penalidade Máxima II, vão responder no tribunal por envolvimento em esquemas de apostas em jogos das Série A, e B do Brasileirão. As penas vão de dois a seis anos de cadeia mais multas.

Os jogadores são Eduardo Bauermann (zagueiro, Santos), Gabriel Tota (meia, Ypiranga-RS), Paulo Miranda (zagueiro, sem clube), Igor Cariús (lateral-esquerdo, Sport), Victor Ramos (zagueiro, Chapecoense), Fernando Neto (volante, São Bernardo), Matheus Gomes (goleiro, sem clube), Romário (ex-Vila Nova), Joseph (Tombense), Mateusinho (ex-Sampaio Corrêa, hoje no Cuiabá), Gabriel Domingos (Vila Nova), Allan Godói (Sampaio Corrêa), André Queixo (ex-Sampaio Corrêa, hoje no Ituano), Ygor Catatau (ex-Sampaio Corrêa, hoje no Sepahan, do Irã) e Paulo Sérgio (ex-Sampaio Corrêa, hoje no Operário-PR). Na quarta-feira a tarde(10) numa segunda lista, a apareceram os nomes de Maurício do Internacional, Nathan do Grêmio e Luan, ex-Grêmio e que está no Corinthians.

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