Concórdia – A vereadora Fernanda Signor Dilda protocolou na quarta-feira (28), na Câmara de Vereadores de Concórdia, um requerimento para que o Poder Executivo faça uma análise técnica, jurídica e financeira sobre a possível desapropriação de um imóvel localizado na esquina das ruas do Comércio e Orestes Farina, na área central do município.
A parlamentar informou que o prédio pertence à massa falida de uma operadora de telefonia e está ocioso há anos, sem qualquer tipo de ocupação. Segundo ela, além de estar em um ponto considerado privilegiado, o imóvel possui localização estratégica e pode se tornar um espaço útil para o município, evitando que a estrutura siga abandonada e sem destinação.
No documento, Fernanda defendeu que a Prefeitura pode avaliar o imóvel e, se houver viabilidade, iniciar o processo de desapropriação com pagamento baseado em laudo técnico. A vereadora destacou que, por se tratar de um bem vinculado a restrições jurídicas, o valor poderia ser destinado pelo Judiciário aos credores da massa falida, incluindo ações trabalhistas já judicializadas.
A vereadora também apontou possíveis usos para o espaço. Ela citou a instalação de uma escola, de um CMEI, de setores da administração municipal e até mesmo a possibilidade de utilização pelo Poder Legislativo, já que a Câmara enfrenta limitações estruturais na sede atual e, em alguns momentos, dificuldades para ampliar ou adequar o espaço.
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A Câmara vai apreciar o requerimento na próxima segunda-feira (2 de fevereiro), quando o Legislativo retoma as sessões. Com a análise do pedido, a vereadora pretende que o município abra um estudo detalhado sobre custos, entraves legais e benefícios, para decidir se a desapropriação pode ser um caminho viável e vantajoso para Concórdia.





