Ao vivo Rádio Atual FM
13.9 C
Concórdia

ACIC, CDL e Sindilojas voltam a defender a manutenção do comércio e encaminham pedido ao Governador Carlos Moisés

Concórdia – A Associação Comercial e Empresarial de Concórdia (ACIC), a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e o Sindilojas, voltaram a se posicionar contrários ao fechamento dos serviços não essenciais em nota que foi encaminhada nas últimas horas ao Governador Carlos Moisés.
As três entidades também pedem que o trabalho de fiscalização seja mantido com total rigor e seja verificada no momento da denúncia visando evitar as aglomerações e punindo os que desrespeitam as regras impostas pelo Estado nesse momento de crise sanitária. 
No entendimento das entidades de Concórdia, o fechamento das atividades em dias úteis provocará desemprego em massa e empresas serão fechadas. Nesse sentido, a ACIC, CDL e Sindilojas defendem que é necessário o “equilíbrio” entre a área da saúde e questão econômica.
A nota lembra ainda que a movimentação no comércio na nossa região é relativamente baixo e normalmente não entra em uma loja dez pessoas e que os estabelecimentos comerciais não são responsáveis pela propagação do vírus. “A propagação ocorre sim nas festas, encontros e reuniões com aglomerações isoladas e clandestinas”, diz o comunicado.
VEJA A NOTA NA ÍNTEGRA
A sua Excelência o Sr. Carlos Moisés da Silva Governador do Estado de Santa Catarina Sr. Governador,
A CDL Concórdia, ACIC Concórdia e Sindilojas Concórdia, vêm por meio desta pontuar a necessidade da manutenção das atividades econômicas, mesmo com restrições para combater a segunda onda do coronavírus. As entidades ligadas à classe empresarial do Oeste catarinense, se solidarizam com a questão gravíssima na saúde, mas entendem a necessidade de equilíbrio entre a área da saúde e a questão econômica.
Reforçamos todos os pedidos feitos até agora pela classe, por meio de inúmeros ofícios desde meados de março de 2020, pois entendemos que a economia também é essencial para o combate da pandemia. Não queremos empresas fechadas e nem desemprego em massa, o que infelizmente deve acontecer caso seja anunciada qualquer medida mais dura, como o fechamento dos estabelecimentos também durante a semana (dias úteis).
Compartilhamos da ideia de encontrarmos equilíbrio com o fechamento dos serviços não essenciais apenas nos finais de semana, mas enfatizamos que na nossa região o movimento no comércio é relativamente baixo, muitas vezes não entra em uma loja mais de 10 pessoas e que a propagação do vírus, como já comprovado, não ocorre dentro das empresas, e sim nas festas, encontros e reuniões com aglomerações isoladas e clandestinas.
Outra medida bem relevante para o momento, é a ampliação de fiscalização ostensiva sobre quem não está respeitando as regras de distanciamento e cuidados de higiene imprescindíveis para o controle da situação. Entendemos que a fiscalização precisa ser feita no momento da denúncia, para que a aglomeração denunciada possa ser reprimida de imediato e seus promotores sejam devidamente penalizados nos termos da legislação vigente.

Participe da comunidade no Whatsapp da Atual FM e receba as principais notícias do Oeste Catarinense na palma da sua mão.

*Ao entrar você está ciente e de acordo com todos os termos de uso e privacidade do WhatsApp

Notícias Relacionadas

Em Alta