Concórdia – A advogada Camila Raquel Hilgert conseguiu na Justiça a revogação da prisão preventiva para o homem suspeito de atear fogo na residência onde vivia com os pais na Rua Marcelino Ramos, em Concórdia. Ele está preso desde o dia dos fatos, em 7 de março.
No dia 14 houve a audiência de instrução e julgamento do caso, onde o Ministério Público pediu a absolvição dele por falta de provas. Conforme a advogada, o laudo do IGP deu como inconclusiva a causa do incêndio e, por esse motivo, na tarde desta sexta-feira o juiz de plantão Kledson Gewehr decidiu pela revogação.
O que pesou também na decisão da justiça foi o fato de o réu estar acometido por doença grave. Ele está internado no Hospital São Francisco com trombofilia. Camila destacou que o Presídio sempre prestou um cuidado especial para o réu, mas em função da gravidade da doença, ele foi hospitalizado.
Além disso, o fato de o laudo estar inconclusivo poderá absolver o acusado dos crimes que ele responde. O pedido de absolvição já foi endossado pelo Ministério Público e nos próximos dias deverá ser proferida a sentença.
De acordo com as informações dos autos, o rapaz teria supostamente ateado fogo no imóvel no dia 7 de março desse ano por volta das 9h47. Os Bombeiros Voluntários foram acionados, porém ao chegar no local acabaram apenas evitando que o sinistro atingisse outras casas próximas.
Advogada consegue a liberdade de homem acusado de atear fogo na casa dos pais em Concórdia; MP pede absolvição do réu por falta de provas
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