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Bando de cagão: Empresário de Concórdia sai em defesa da polícia e diz que "bandido tem que ser tratado como bandido".

adaConcórdia – O empresário concordiense, Adalberto Hinkel, se manifestou nas últimas horas pelas redes sociais criticando alguns setores do governo e da justiça após o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL). Ele disse que respeita a dor da família, mas se mostra indignado com a repercussão da morte da vereadora.
Ele afirma que enquanto os ministros estão sentados e dando apenas canetaço, muitos policiais estão subindo os morros para proteger a população. Além disso, ressaltou que muitos policiais são assassinados no Brasil e ninguém se preocupa com a família deles.

“Mas o que me dá nojo e me deixa indignado é que o ministro foi atrás do lote de munição que matou a vereadora. O lote que matou os policiais, vocês (ministro) não se preocupam”, destacou – se referindo também ao caso do policial assassinado por um bandido em Chapecó.

Hinkel também foi taxativo ao ressaltar que o policial precisa ter condições para trabalhar. “Dê condições para o policial trabalhar, subir a favela, ter liberdade para abrir. O Brasil será melhor”, destacou.
O empresário aumentou o tom durante a conversa e disse que “bandido tem quer ser tratado como bandido”. Também disse que o “bandido, esse sim é organizado. A justiça é desorganizada”.

“Os senhores deputados são uma corja de sem vergonha. Vocês sabem ir no plenário falar bonito. Não sabem nem pegar numa arma. Quantos policiais são mortos. Porque não se preocupam com a mulher desses policiais que são mortos. Bando de cagão”.

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