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Caminhoneiros prometem paralisação no trevão da BR-153 em Concórdia; bloqueios ocorrem em várias regiões

Concórdia – Após o reinício da mobilização dos caminhoneiros em várias rodovias do Oeste e Meio-Oeste Catarinense, um grupo de Concórdia está se articulando para aderir a esse movimento que iniciou em vários pontos do Brasil na terça-feira, dia 7, Dia da Independência.
Segundo as informações, manifestações estão mais intensas nesta quarta-feira, dia 8, na região de Chapecó, Xanxerê e São Miguel do Oeste. Inclusive, houve o fechamento de alguns trechos para a passagem de caminhoneiros.
A tendência é de que a partir desta quinta-feira, dia 9, uma mobilização também aconteça no Trevão que dá acesso a cidade de Concórdia na BR-153.
Alguns caminhoneiros estão marcando encontro na manhã desta quinta-feira para alinhar as ações. A concentração irá ocorrer no trevão, acesso a Concórdia e ponto de ligação com o Rio Grande do Sul e países do Mercosul.
O presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, se manifestou nas últimas horas sobre a paralisação da categoria em vários pontos de Santa Catarinense. De acordo com ele, os prejuízos poderão ser muito grande e muitas empresas não terão como cumprir os contratos.

“Respeitamos a categoria, que tem enorme importância, ainda mais num país em que o modal rodoviário é predominante. Não questionamos as reivindicações do movimento, mas pedimos para que sejam adotados outros meios para resolver a questão. Defendemos a busca de uma solução de consenso, para evitar que toda a sociedade enfrente graves impactos econômicos e sociais”, afirma o presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar.

Aguiar quer um consenso para que a população não seja prejudicada com graves impactos econômicos e sociais diante do cenário que está começando a se desenhar com a nova paralisação. Diante do cenário, já visto com a paralisação em alguns regiões do Estado, muitas empresa estão tendo dificuldades para dar sequências as viagens e cumprir com os contratos estabelecidos.
Além disso, algumas agroindústrias já estão preocupadas com o escoamento da produção.
ABAIXO VÍDEO

 

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