A CBF anunciou oficialmente na terça-feira(27) o início da profissionalização de 20 árbitros e 40 assistentes e 12 árbitros de VAR que atuarão no brasileirão. Os designados terão contrato de trabalho com a CBF de duração de um ano e serão assinados em fevereiro.
A ideia é que esses 72 profissionais cubram todas as 380 partidas do principal campeonato do país – eles podem ser escalados eventualmente em jogos da Copa do Brasil e em rodadas decisivas da Série B. A lista para a atuação nos 10 jogos da rodada será atualizada a cada rodada, o que significa que vai interferir nas escalas das partidas.
De Santa Catarina serão profissionalizados Bráulio da Silva Machado e Ramon Abatti Abel: os assistentes Giseli Cazarill e Neuza Inês Back, e no VAR Charly Wendy e Rodrigo D´Alonso. Os profissionais serão contratados como pessoa jurídica. Pela natureza do contrato de trabalho, a CBF não pode exigir dedicação exclusiva, mas prioritária ao trabalho de árbitro, assistente e VAR.
Os salários fixos têm diferença por categoria, se é árbitro Fifa ou CBF, por exemplo. Haverá o pagamento de um bônus por desempenho. Em média, os 72 contratados terão vencimentos de cerca de R$ 13 mil mensais, mas o grupo de árbitros terá os maiores valores, acima de R$ 30 mil fixos.
Haverá ranking para rebaixamento de categoria. Pelo menos dois árbitros serão rebaixados e outros serão promovidos no final do ano.
