A CBF irá realizar, nesta terça-feira (27), a terceira reunião do grupo de trabalho da arbitragem, às 15h, na véspera do início do Campeonato Brasileiro, em sua sede, no Rio de Janeiro.
Entre os diversos assuntos, fica o destaque para o debate sobre os avanços no processo de profissionalização da arbitragem brasileira. O objetivo é modernizar o ofício a partir das melhores práticas mundiais. O debate será em conjunto com clubes das Séries A e B, especialistas nacionais e internacionais e representantes da Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fenapaf).
A intenção é a implementação do Núcleo de Profissionais de Arbitragem durante a Série A de 2026, com 30 profissionais. A proposta prevê capacitação dos demais árbitros para padronização e possibilidade de ascensão. O programa também prevê um salário fixo, com pagamento de bônus por partida. Os contratos serão anuais, com rotina semanal de treinos. A entidade, aliás, também promete acompanhamento psicológico, de nutrição e de preparação física. Ainda não há formação concreta sobre salários. Nos modelos citados pela CBF, os valores vão de R$ 400 mil anuais (Portugal, num sistema semi-profissional) até R$ 2,5 milhões anuais (EUA).
