A eliminação na Copa do Mundo de 2018 causou mudanças no comando técnico de cinco das 32 seleções participantes do Mundial da Rússia. No domingo (8), foi a vez de o improvisado técnico Fernando Hierro perder o cargo na Espanha. Ex-secretário da seleção espanhola, Hierro assumiu o comando da equipe faltando três dias para a estreia da Fúria na Copa, após Julen Lopetegui ser demitido pela Federação Espanhola após o anúncio do acerto com o Real Madrid.
Na Austrália, o holandês Bert van Marwijk, vice-campeão da Copa de 2010, havia assumido a seleção em novembro de 2017, mas já sabendo que ficaria até o final da participação da seleção australiana na Copa da Rússia. Para o seu lugar, a Federação local contratou Graham Arnald.
No Japão, que chegou às oitavas de final e acabou eliminado pela Bélgica após levar uma virada, quando vencia por 3 a 2, o técnico Akira Nishino deixou o cargo após apenas três meses. Depois de assumir a seleção japonesa em abril de 2018, no lugar do bósnio Vahid Halilhodzic, Nishino não acertou sua permanência no cargo.
Outras duas seleções acabaram demitindo seus treinadores após a campanha ruim na Copa da Rússia. Na seleção do Egito, o argentino Héctor Cúper, que estava no cargo desde 2015, foi demitido depois de perder seus três jogos na primeira fase, no grupo que tinha Uruguai, Rússia e Arábia Saudita. Cúper havia levado o Egito de volta à Copa após 28 anos.
Já na Polônia, Adam Nawalka caiu após a eliminação na primeira fase. Técnico da seleção polonesa desde 2013, Nawalka levou a Polônia às quartas de final da Euro 2016 e deixou a equipe como uma das cabeças-de-chave do Mundial, sendo a 6ª colocada no ranking da Fifa antes do início da Copa 2018.
Cinco treinadores já perderam seus cargos após serem eliminados da Copa do Mundo
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