A situação das crianças e adolescentes é preocupante diante do avanço da variante Delta, 97% mais transmissível que o coronavírus original. A Dive (Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina) enviou alerta com medidas a serem adotadas e intensificadas nas instituições de ensino.
A Dive confirma a transmissão comunitária da Delta em Santa Catarina – quando não é mais possível identificar a origem. Dos 63 casos confirmados, 26 transmissões ocorreram dentro do Estado e sete foram importadas. Há ainda 30 casos em investigação.
Diante deste cenário, a Dive alerta para os protocolos que devem ser tomados frente aos casos suspeitos e confirmados. O órgão sugere que as escolas invistam em esforços para identificar e notificar as infecções. Os comitês municipais devem exigir que as instituições que ainda não homologaram o plano de contingência o façam sob risco de paralisação.
Os planos devem prever a comunicação de sintomas e o monitoramento diário de trabalhadores e alunos com síndrome gripal. Estas ações devem ser conduzidas por profissionais selecionados que devem ser treinados como pontos focais.
O estabelecimento deve disponibilizar “uma sala de isolamento para casos que apresentem sintomas de síndrome gripal” e promover o isolamento imediato, com supervisão de responsável. Com os pequenos, deve-se também comunicar imediatamente os pais. Um fluxo de saída da instituição pelos pacientes suspeitos deve ser definido pela escola.
