A indústria brasileira de carne suína descarta o risco de contágio da produção brasileira pela febre suína clássica, apesar da doença ter sido identificada em uma propriedade rural no Ceará. Em nota, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), ressalta que o estado nao está entre os maiores produtores nacionais e não faz parte do mercado exportador brasileiro.
“Não há fluxo comercial de produtos suínos partindo do Ceará com destino aos estados do Sudeste, Centro Oeste e Sul, o que minimiza ainda mais os riscos”, diz o comunicado.
A confirmação de um foco de febre suína clássica no Brasil foi feita nesta segunda-feira (8/10) pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE). A doença foi identificada em uma plantel de 130 animais, dos quais 115 ficaram doentes, 112 morreram e outros três foram descartados.
Febre suína no Ceará não traz risco à produção nacional, diz Associação de Proteína Animal
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