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Gaeco faz operação após réu fazer ameaças durante júri em Erechim

Erechim – O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Rio Grande do Sul (Gaeco/MPRS) realizou a Operação Plenário, em seis cidades gaúchas. O objetivo foi desarticular um grupo ligado a uma facção criminosa, que está envolvido em ameaças feitas durante um júri em Erechim.

Foram cumpridos oito mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão em Erechim e também em Passo Fundo, Caxias do Sul, Porto Alegre, Charqueadas e Alvorada.

Ao todo, 19 suspeitos são alvo da investigação. A organização criminosa tem envolvimento com homicídios, intimidações feitas à população e a autoridades, além de tráfico de drogas e armas, roubos, entre outros.

Ameaças

De acordo com o promotor de justiça Diego Pessi, responsável pela investigação e coordenador do 7° Núcleo Regional do Gaeco – Planalto, a apuração iniciou depois que um dos integrantes do grupo criminoso ameaçou de morte um juiz, no momento em que ele preferia a sentença de condenação, e um promotor de justiça que atuou em plenário. A partir disso, o MPRS identificou quatro núcleos distintos e compostos por diversos criminosos.

Outras ações

Com a conclusão da investigação, Diego Pessi obteve autorização judicial para o cumprimento dos mandados de prisão e apreensão, sendo assim, iniciada a fase de deflagração da operação. Outras ações realizadas foram medidas cautelares, como bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens dos suspeitos. A ação contou com o apoio da Brigada Militar e do Gaeco do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). Também participaram da operação os promotores de Justiça Guilherme Martins, Cristiano Ledur, Maristela Schneider e Manoel Antunes.

Vários homicídios

“A Operação Plenário visa o desmantelamento de uma organização criminosa armada, responsável pelo planejamento e execução de vários homicídios na região do Planalto gaúcho e do Alto Uruguai. A audácia da organização criminosa restou evidente quando um de seus membros ameaçou de morte o magistrado e o promotor de justiça por ocasião da leitura de sentença condenatória contra ele prolatada em plenário do Tribunal do Júri em Erechim”, ressalta Diego Pessi.

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