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JBS amplia recuperação nas margens no terceiro trimestre, com lucro líquido de R$ 573 milhões

Brasil – A JBS encerrou o terceiro trimestre de 2023 com Lucro Líquido de R$ 573 milhões, revertendo prejuízo apresentado no trimestre anterior, e com uma Receita Líquida de R$ 91 bilhões, crescimento de 2,3% na comparação com o 2T23. Esses resultados demonstram os efeitos das medidas que a Companhia implementou em diferentes geografias e negócios para superar o momento externo desafiador.

“Os resultados no terceiro trimestre de 2023 demonstram que estamos percorrendo um caminho de consistente recuperação dos resultados, como havíamos sinalizado nos trimestres anteriores.”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS. Nesse sentido, a JBS tem focado suas estratégias especialmente para os negócios com performance abaixo das expectativas no começo do ano.

Diversificação continua sendo um diferencial

A plataforma global da Companhia, com operações nos mais importantes mercados produtores e consumidores, reforçou sua importância no trimestre. “Nossa visão de longo prazo para a JBS não muda. Temos uma plataforma multigeográfica e multiproteína que é única e nos torna mais resilientes diante de cenários desafiadores em uma geografia ou negócio específicos. Continuaremos focados no crescimento por meio da diversificação, inovação, produtos de valor agregado e marcas fortes”, destaca Tomazoni.

Forte geração de caixa e endividamento sob controle

O fluxo de caixa das atividades operacionais da JBS foi de R$ 6,3 bilhões, um crescimento de 20% comparado ao trimestre anterior. O fluxo de caixa livre praticamente dobrou e chegou a R$ 3,4 bilhões, com destaque para a melhora no capital de giro em R$ 1,7 bilhão. No trimestre anterior, a fluxo de caixa livre havia sido de R$ 1,8 bilhão, e no primeiro trimestre, de R$ 380 milhões.

A JBS encerrou o trimestre com R$ 27,7 bilhões em caixa e possui US$ 3,3 bilhões disponíveis em linhas de crédito rotativas, sem garantia real, sendo US$ 2,9 bilhões na JBS USA e US$ 450 milhões na JBS Brasil, equivalentes a R$ 16,8 bilhões pelo câmbio de fechamento do período. Assim, a disponibilidade total da Companhia é de R$ 44 bilhões. A dívida líquida da empresa ficou em US$ 16,1 bilhões (R$ 80,4 bilhões), redução de aproximadamente US$ 600 milhões quando comparada ao fechamento do 2T23.

“Isso mostra mais uma vez que nos preparamos para enfrentar esse período com segurança. Alongamos o prazo médio de nossa dívida para 12 anos, ampliamos a liquidez e diminuímos o custo do endividamento, reforçando que seguimos comprometidos com a disciplina financeira para reduzirmos a nossa dívida. A partir deste último trimestre de 2023, entraremos em um processo estrutural de desalavancagem da Companhia”, afirma Gilberto Tomazoni.

Texto: FSB

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