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Milho acima de R$ 40 está prejudicando a agroindústria de Santa Catarina

Santa Catarina – As hipóteses de falta de sustentabilidade do agronegócio no Oeste de Santa Catarina e o risco de ser inviabilizado em função dos altos preços dos insumos começam a se tornar realidade. A ameaça agora já é real, com o aumento de 50% no preço da saca de milho vendida no Centro-Oeste do Brasil. O produto passou de R$ 27 para R$ 42 em apenas três meses, resultado, principalmente, da crise econômica, do reajuste cambial e do aumento das exportações de grãos para o exterior.
Durante a visita que fez ontem a Chapecó, o governador Raimundo Colombo recebeu um documento dos presidentes da Federação da Agricultura, José Zeferino Pedroso, Organização das Cooperativas, Marcos Antônio Zordan, e da Coopercentral Aurora, Mário Lanznaster, justamente de alerta sobre os riscos que está sofrendo a economia do Oeste.  O milho é insumo básico para produção de aves e suínos. O aumento inesperado já causa problemas sérios para os pequenos frigoríficos e para os produtores rurais. Eles não conseguem repassar o reajuste do milho ao preço do produto no mercado nacional.
O agronegócio depende de grãos para sobreviver, e Santa Catarina é hoje o maior comprador de milho do Centro-Oeste. Por isso e pelo sistema de integrados produz 1 bilhão de aves e 12 milhões de suínos por ano. E, o mais importante, garante empregos para 150 mil agricultores e criadores, o que representa renda para 600 mil pessoas.
O documento faz apoio de Colombo. Já que a crise foi causada pela gestão Dilma, que o governo federal conceda subsídio de R$ 10 por saca de milho e a Conab garanta estoques para evitar aumento do produto.
O Planalto toma decisões equivocadas, o governo federal fica sem credibilidade e os catarinenses é que pagam a conta.
Fonte: Moacir Pereira/DC

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