Concórdia – O delegado da Polícia Federal em Chapecó, Paulo Palma, disse à reportagem da Atual FM que a comercialização proibida de anabolizantes e medicamentos falsificados era feita através de uma página na internet e também por contatos via e-mail. A investigação iniciou ainda em 2016, depois que a Polícia Federal flagrou algumas encomendas via Correios.
De acordo com a investigação feita pela Polícia Federal, os anabolizantes e os produtos falsificados eram de origem paraguaia e outros brasileiros, muitos com a comercialização controlada. Palma afirma que os produtos foram encaminhados à perícia técnica.
O homem de 37 anos e a mulher de 34 anos que foram presos no centro da cidade pela Polícia Federal foram encaminhados ao Presídio Regional de Concórdia depois de prestarem esclarecimentos em Chapecó. A mulher de 34 anos teria pago uma fiança estipulada pela Justiça Federal para responder o processo em liberdade.
A Polícia Federal de Chapecó deverá concluir em poucos dias o inquérito que será remetido à Justiça Federal de Concórdia com todos os detalhes da investigação. Caso sejam condenados os dois podem pegar penas que variam de 10 a 15 anos de cadeia.
Segundo a Polícia Federal foram cumpridos na semana passada em Concórdia dois mandados de busca e apreensão. Diante da localização de dezenas de caixas, frascos e ampolas de medicamentos anabolizantes de uso restrito e procedência ignorada houve a prisão dos dois envolvidos – sendo um homem e uma mulher.

Polícia Federal dá mais detalhes da prisão de homem e mulher com anabolizantes e medicamentos proibidos em Concórdia
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