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Procuradoria Geral de Justiça emite parecer pedindo para que mãe de bebê também seja submetida a júri

Capinzal – O procurador de Justiça, Carlos Eduardo Abreu Sá Fortes, emitiu nesta semana parecer quanto ao recurso de apelação interposto pelo Ministério Público contra sentença que impronunciou a Vanessa Rodrigues da Silva no processo sobre a morte do filho dela Bryan Hemanuel Toldo, de dois meses de idade.
No mesmo parecer o procurador requereu o não conhecimento do recurso interposto pela defesa de Aislan Ribeiro Toldo, pai da vítima, que pede para não ser julgado em júri popular, além do pedido de liberdade provisória. Conforme apontou o Procurador de Justiça, os depoimentos dos pais revelam que um acusa ao outro pela autoria do crime.
Tanto Vanessa quanto Aislan negam o crime. Vanessa já teve a prisão preventiva revogada pela Justiça de Capinzal, enquanto Aislan permanece recolhido ao presídio regional de Joaçaba. A Procuradoria Geral de Justiça quer que Vanessa seja também submetida ao tribunal popular do júri pela suposta prática de homicídio triplamente qualificado e fraude processual. Essas imputações já são atribuídas, na denúncia, a Aislan.
Em suma, a Promotoria Pública alega que a denunciada teria culpa na morte do bebê. O MP argumenta ainda que, tanto a mãe quanto o pai, este pronunciado para ser submetido a júri popular, teriam agido com violência física para fazer com que a criança parasse de chorar. (Michel Teixeira)
 

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