Concórdia – A Procuradoria Regional Eleitoral de Florianópolis se manifestou no processo que pede a cassação do prefeito Rogério Pacheco (PSDB) e do vice Edilson Massocco (PR). O caso envolve a suspeita de compra de votos realizada no pleito eleitoral do ano passado através da colocação de adesivos em favor da chapa “Concórdia Somos Todos Nós” (PSDB/PR/PP/PSB/PSDC) em troca de litros de combustíveis.
A conduta investigada pela Polícia Civil foi flagrada através de um grupo de WhatsApp mantido pelo filho de um primo do vice-prefeito Edilson Massocco. O caso ganhou desdobramentos e houve o indiciamento de alguns supostos envolvidos.
No processo a Procuradoria Regional Eleitoral de Florianópolis “requer o arquivamento do presente inquérito relativamente ao Prefeito de Concórdia, Rogério Pacheco, já que não há prova razoável ou suficiente idônea de que este tenha sido mentor, anuído, concorrido ou mesmo participado de forma deliberada do crime eleitoral de compra de votos”.
Apesar do pedido de arquivamento do inquérito contra Pacheco, a Procuradoria Regional Eleitoral quer que o Ministério Público Eleitoral em Concórdia tome as medidas cabíveis e providências criminais cabíveis quanto aos demais investigados. O pedido de arquivamento do inquérito contra o prefeito Rogério Pacheco ainda será analisado pelos juízes do Tribunal Regional Eleitoral que podem ou não acatar o encaminhamento da Procuradoria.
Abaixo mais detalhes da manifestação envolvendo o processo
Procuradoria pede arquivamento de inquérito que culminou com pedido cassação contra o prefeito Rogério Pacheco (PSDB)
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