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Projeto sobre o subsídio do transporte coletivo urbano gera debate no Legislativo de Concórdia

Concórdia – O assunto relacionado ao transporte coletivo urbano de Concórdia, praticamente dominou o debate durante a sessão da Câmara de Vereadores, nesta quarta-feira (19).

Está tramitando no Legislativo Municipal um Projeto de Lei, de autoria do Poder Executivo, o qual autoriza a concessão de subsídio tarifário ao transporte público coletivo urbano, prestado sob o regime de concessão.

O projeto da Prefeitura prevê o subsídio no valor de R$ 2 milhões para o exercício de 2023, a fim de assegurar a modicidade das tarifas, as gratuidades e o equilíbrio econômico-financeiro do contrato.

A vereador Ingrid Fiorentin (PT), levantou a problemática, tratando especialmente do transporte rural do município, e solicitou as respostas dos estudos que estão sendo realizados a tanto tempo pela Prefeitura.

Jaderson Miguel Prudente (PL), também solicitou que venha uma resposta, e que seja além do estudo, mas sim soluções para essas linhas, especialmente no interior, onde as famílias precisam desse transporte. O vereador ainda cobrou a ampliação de linhas para beneficiar um número maior de usuários.

O vereador Vilmar Comassetto (PDT), destacou que realizou uma ampla pesquisa sobre o assunto e frisou que a cobrança é pelo transporte rural e urbano, e precisa-se cobrar o resultado de estudo, afinal são dois projetos com o valor três milhões e duzentos mil reais.

Comassetto reforçou que é comum o subsídio pela prefeitura em outras cidades, especialmente como um aporte de recursos pós pandemia, e nesse assunto também ressaltou a importância de revisar o método de aplicação do transporte, e atualizar o estudo, e ainda questionou se o modelo de transporte que temos é adequado.

Closmar Zagonel (MDB), falou sobre tantas providências que não foram tomadas, e disse que não tem lógica defender um subsídio sem contrapartidas. Ainda tratou sobre bairros que não possuem transporte, e outras linhas superlotadas, além do terminal estar em condições precárias, com a falta de banheiros e sinal de internet, e os bairros sem pontos de ônibus. O vereador ainda sugeriu a retirada do projeto pela prefeitura.

Por fim, o vereador André Rizelo (PT), foi enfático em falar sobre as inúmeras indicações feitas pelos vereadores, solicitando abrigos e as linhas, e comentou que é uma enrolação a forma com que a prefeitura está lidando com a população. (Ascom Câmara de Vereadores)

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