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Rumores apontam suborno para a escolha do Catar como sede da próxima Copa do Mundo

A Copa do Mundo de 2022 no Qatar se tornou foco de novas alegações de corrupção na Fifa após acusação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que afirma que subornos foram pagos a dirigentes do futebol, incluindo o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) Ricardo Teixeira, para garantir votos na disputa para sediar a competição. Suspeita e rumores há muito cercam a votação de 2010 do comitê executivo da Fifa para entregar a Copa do Mundo de 2018 à Rússia e a de 2022 ao Qatar.
De acordo com os promotores, representantes que trabalhavam para Rússia e Qatar subornaram dirigentes do comitê executivo da Fifa para obter votos na decisão crucial da entidade que controla o futebol mundial. A acusação formal sustenta que os três integrantes sul-americanos do comitê executivo da Fifa em 2010 – o brasileiro Ricardo Teixeira, o falecido Nicolás Leoz, do Paraguai, e um co-conspirador sem identificação – aceitaram propinas para votar no Qatar como sede da Copa de 2022.
“Ricardo Teixeira, Nicolás Leoz e o co-conspirador número 1 receberam pagamentos de suborno em troca de seus votos a favor do Qatar para sediar a Copa do Mundo de 2022”, diz o indiciamento.
Teixeira, ex-genro do ex-chefe da Fifa João Havelange e ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol, não estava imediatamente acessível para comentar.
 
 

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