Arabutã – O diretor do Hospital Osvaldo Cruz, Carlos Eduardo Moraes Lima, esteve nesta segunda-feira, dia 26, prestando esclarecimentos na Câmara de Vereadores de Arabutã, atendendo pedido feito pelos parlamentares. Ele confirmou que o Hospital de Arabutã perdeu a filantropia e enfrenta déficit mensal. Além disso, está com dificuldades para encerrar as contas no final do ano, mas que os atendimentos estão normais sem nenhum prejuízo aos moradores que procuram pelos serviços.
“O hospital não irá fechar”, garantiu na tribuna da casa, apesar dos problemas financeiros que a unidade vem enfrentando nos últimos anos. Lima explicou que está em busca de apoio financeiro da Prefeitura de Arabutã para garantir o pagamento em dia do 13º salário dos colaboradores. “O hospital são está fazendo gasto excessivo”, reiterou.
O diretor da unidade hospitalar reconhece que não será mais possível garantir verba pública de emenda parlamentar, caso a filantropia não seja renovada. Ele explica ainda que a equipe técnica já fez um novo pedido, porém deve demandar um tempo devido a burocracia junto aos órgãos federais em Brasília.
O vereador Felipe Patzlaff apresentou uma portaria publicada no Diário Oficial da União revelando que houve perda de prazos. Por isso, a filantropia foi suspensa. Conforme o diretor do hospital, haverá uma demanda judicial para tentar não pagar o INSS patronal, conforme encaminhamento já realizado por outros hospitais que tiveram o mesmo problema.
Lima acredita que em cinco meses o Hospital Osvaldo Cruz estará novamente com a concessão da filantropia. Sobre o risco de fechamento da unidade, ele garante: “Posso afirmar para todos. Os hospital não irá fechar. Isso é boato”.
O Hospital Osvaldo Cruz de Arabutã investiu em melhorias nos últimos anos aproximadamente R$ 420 mil. Parte desse valor é de um financiamento que ainda está sendo pago. Houve a renovação dos leitos, implantação de centro cirúrgico, sala de recuperação e compra de equipamentos. Apesar da condição financeira desfavorável, o administrador acredita que é possível pagar em dias os salários, mas necessitará de aporte para acertar o 13º salários dos colaboradores nesse final de ano.
Os vereadores Élio Losch, Isolde Ruppenthal, Liane Dörzbacher e Gerson Artifon também fizeram questionamentos durante a sessão. Já o vereador Marcos Weimer propôs formar um grupo para ir à Brasília em busca de esclarecimentos sobre a filantropia que foi suspensa pelo Ministério da Saúde.
(ASCOM/Câmara de Vereadores)
O diretor da unidade hospitalar reconhece que não será mais possível garantir verba pública de emenda parlamentar, caso a filantropia não seja renovada. Ele explica ainda que a equipe técnica já fez um novo pedido, porém deve demandar um tempo devido a burocracia junto aos órgãos federais em Brasília.
O vereador Felipe Patzlaff apresentou uma portaria publicada no Diário Oficial da União revelando que houve perda de prazos. Por isso, a filantropia foi suspensa. Conforme o diretor do hospital, haverá uma demanda judicial para tentar não pagar o INSS patronal, conforme encaminhamento já realizado por outros hospitais que tiveram o mesmo problema.
Lima acredita que em cinco meses o Hospital Osvaldo Cruz estará novamente com a concessão da filantropia. Sobre o risco de fechamento da unidade, ele garante: “Posso afirmar para todos. Os hospital não irá fechar. Isso é boato”.
O Hospital Osvaldo Cruz de Arabutã investiu em melhorias nos últimos anos aproximadamente R$ 420 mil. Parte desse valor é de um financiamento que ainda está sendo pago. Houve a renovação dos leitos, implantação de centro cirúrgico, sala de recuperação e compra de equipamentos. Apesar da condição financeira desfavorável, o administrador acredita que é possível pagar em dias os salários, mas necessitará de aporte para acertar o 13º salários dos colaboradores nesse final de ano.
Os vereadores Élio Losch, Isolde Ruppenthal, Liane Dörzbacher e Gerson Artifon também fizeram questionamentos durante a sessão. Já o vereador Marcos Weimer propôs formar um grupo para ir à Brasília em busca de esclarecimentos sobre a filantropia que foi suspensa pelo Ministério da Saúde.
(ASCOM/Câmara de Vereadores)
