Vargem Bonita – Um homem acusado da prática de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, condenado em primeira instância ao cumprimento de 19 anos e 10 meses de cadeia, teve negado nesta semana um pedido de anulação do júri popular que condenou Nilso Lopes da Cunha. O crime aconteceu em outubro de 2015 na Linha Pingador, interior de Vargem Bonita.
Na época, o réu matou Claudecir Fernandes mediante asfixia mecânica. Segundo a denúncia, ambos estavam consumindo bebidas alcoólicas quando iniciaram uma discussão por conta de uma roçadeira. Com uma corda de nylon, Nilso asfixiou a vítima até a morte. A vítima ficou caída e sem vida na cozinha do imóvel e algumas horas depois o réu carregou o cadáver e o jogou dentro de uma fossa.
O réu foi submetido a júri popular e condenado por homicídio com as qualificadora de motivo fútil e meio cruel. A defesa pediu a anulação do júri por entender que a decisão dos jurados foi contrária à prova dos autos. Na visão dos desembargadores, o julgamento foi justo e por esse motivo o recurso foi negado.
Condenado a quase 20 anos de cadeia por homicídio tem negado pedido de anulação do júri em Vargem Bonita
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