Apesar do apelo já feito pelo município, por meio de alguns encaminhamentos, entidades representativas manifestaram nesta tarde de quinta-feira, 2, o interesse em agregar no processo de sensibilização ao governo Estado, em relação a reabertura gradativa dos estabelecimentos comerciais e demais atividades não consideradas como essenciais.
Este foi o encaminhamento dado ao final do encontro realizado entre a Administração Municipal e representantes da Câmara de Dirigentes Lojistas – CDL, Associação Empresarial de Concórdia – ACIC, Sindilojas de Concórdia e Região e Sindicato da Indústria da Construção e Artefatos de Concreto Armado do Oeste – Sinduscon.
A reunião foi proposta pelo prefeito Rogério Pacheco, após receber um documento, assinado pelas entidades, que solicitava a busca por alternativas para a retomada do atendimento, levando em consideração todas as regras já estabelecidas para evitar o contágio do vírus.
Prefeito e vice, ficaram satisfeitos ao entender que a proposta das entidades visava um propósito comum, mas sem responsabilizar o município pela não abertura dos estabelecimentos comerciais, mas sim, para unir forças diante do cenário. Todos demonstraram o entendimento de que a prefeitura não tem legalidade para decretar algo diferente ao decreto do governo do Estado. Somente se este decreto municipal fosse ainda mais rígido. (ASCOM/Prefeitura de Concórdia)
Este foi o encaminhamento dado ao final do encontro realizado entre a Administração Municipal e representantes da Câmara de Dirigentes Lojistas – CDL, Associação Empresarial de Concórdia – ACIC, Sindilojas de Concórdia e Região e Sindicato da Indústria da Construção e Artefatos de Concreto Armado do Oeste – Sinduscon.
A reunião foi proposta pelo prefeito Rogério Pacheco, após receber um documento, assinado pelas entidades, que solicitava a busca por alternativas para a retomada do atendimento, levando em consideração todas as regras já estabelecidas para evitar o contágio do vírus.
Prefeito e vice, ficaram satisfeitos ao entender que a proposta das entidades visava um propósito comum, mas sem responsabilizar o município pela não abertura dos estabelecimentos comerciais, mas sim, para unir forças diante do cenário. Todos demonstraram o entendimento de que a prefeitura não tem legalidade para decretar algo diferente ao decreto do governo do Estado. Somente se este decreto municipal fosse ainda mais rígido. (ASCOM/Prefeitura de Concórdia)
