A CBF apresentou aos clubes o esboço final do seu projeto de Fair Play Financeiro, que começará a ser aplicado já em 2026.
O modelo estabelece uma nova estrutura de fiscalização voltada principalmente para o controle de dívidas, a busca por equilíbrio financeiro e a responsabilização gradual de equipes que descumprirem obrigações.
A entidade passará a monitorar de forma rigorosa tanto o pagamento de débitos quanto indicadores econômicos dos clubes, como solvência, endividamento e relação entre receitas e despesas. O primeiro eixo do novo Fair Play mira as dívidas contraídas a partir de 2026. Esses pagamentos serão checados em três janelas anuais, previstas para março, julho e outubro, embora a CBF tenha apresentado inicialmente o intervalo de março, julho e novembro.
Nessas datas, os clubes deverão comprovar que estão em dia com obrigações fiscais, acordos da CNRD, quitações determinadas pela Fifa ou dívidas com atletas e outras entidades. A inadimplência resultará em monitoramento imediato e punições graduais, que começam com advertências.
