Concórdia – Durante a sessão da Câmara de Vereadores de Concórdia realizada nesta quarta-feira, dia 25, a vereadora Ingrid Fiorentin fez uma denúncia considerada grave ao relatar que estaria sendo alvo de perseguição.
Conforme o pronunciamento na tribuna, a situação teria iniciado há cerca de 20 dias, após a parlamentar acompanhar uma menor até a Delegacia de Polícia Civil para formalizar uma denúncia de violência física e possível violência sexual.
Em seu relato, Ingrid afirmou que esteve ao lado da vítima durante todo o processo. “A cerca de 20 dias atrás, nós acompanhamos uma menor numa denúncia de violência física e de possível violência sexual na delegacia. Acompanhei a menor do início ao fim, até que ela saiu acompanhada pelos seus familiares”, disse.
Segundo a vereadora, desde então, ela passou a ser perseguida pelo homem denunciado. “Desde aquele dia até hoje, que faz em torno de 20 dias, eu estou sendo perseguida. Estou sendo perseguida pela pessoa a quem foi feita a denúncia, o agressor”, declarou.
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A parlamentar também afirmou que o suspeito estaria entrando em contato com pessoas de seu convívio, buscando informações e, segundo ela, promovendo difamações. “Ele liga para pessoas do meu entorno, falando de mim e pedindo informações, inclusive para companheiros aqui da bancada e outras pessoas, me difamando”, relatou.
Ingrid Fiorentin ainda revelou que chegou a sentir medo em alguns momentos. “Por alguns dias, estive com bastante medo. Chego em casa e tenho dificuldade de desembarcar do carro, de medo”, afirmou, destacando que decidiu tornar o caso público durante a sessão.
A vereadora enfatizou que pretende levar a situação às últimas instâncias e reforçou a importância de dar visibilidade ao caso. “Se eu, que sou procuradora da mulher, que sou vereadora e tenho direito de fala numa tribuna, já sou perseguida, imagina mulheres que buscam denunciar o quanto não são”, concluiu.
O caso deverá ter desdobramentos e pode ser encaminhado para as autoridades competentes.




