Concórdia – A juíza Thays Backes Arruda negou nesta semana um pedido de revogação da prisão preventiva para o réu Marcelo Michelon. Ele está preso acusado de homicídio praticado contra Ronaldo Pinheiro ocorrido em 2015 na Rua Doutor Maruri, no centro de Concórdia. Conforme as informações do processo, Marcelo foi preso suspeito de coação de testemunhas.
A defesa alegou que não há provas de que realmente o réu tenha intimidado testemunhas no curso do processo. A juíza sustentou que o contexto em que ocorreram os fatos indica risco à ordem pública e risco de reiteração na hipótese de soltura.
Conforme as informações apuradas pelo jornalismo da Atual FM, o réu estaria ameaçando testemunhas para que não prestassem as informações contra o réu, motivo esse que levou o Ministério Público a representar pela decretação da prisão preventiva. Consta ainda que o réu teria dito para a testemunha “tomar cuidado, pois o que aconteceu com um poderia acontecer com outro”, bem como poderia atear fogo na casa da testemunha.
Acusado de homicídio no centro de Concórdia vai permanecer detido no Presídio
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