A Defesa do ex-jogador Ronaldinho e seu irmão Assis entraram hoje com pedido de remoção dos dois para prisão domiciliar. Eles continuam presos na penitenciária de Asunción. O fiscal Osmar Legal afirmou que não se opõe a saída dos dois para a prisão domiciliar, uma vez que continuariam no Paraguai para esclarecimento dos fatos. Uma nova audiência com Ronaldinho e Assis está marcada para a quinta-feira pela manhã.
Os advogados de defesa continuam afirmando que a empresária Dália Lopez foi a responsável pela entrega dos documentos para Ronaldinho e Assis. Ela continua em liberdade apesar de ter sido decretada a sua prisão.
O Ministro da Secretaria Nacional Anticorrupção do Paraguai, René Fernandez, afirmou que há indícios de que os dois brasileiros depositaram 59 milhões de guaranis, 42,6 mil reais em uma conta de um banco público para dar início aos trâmites de naturalização.
Ele, não explica, no entanto, se é possível fazer tal pagamento mesmo sem os pré-requisitos mínimos para a naturalização, dentre eles ter vivido três anos no país. O Ministro brasileiro Sérgio Moro telefonou para as autoridades paraguaias para saber sobre a situação de Ronaldinho e seu irmão Assis.
Advogados entram com pedido de remoção de Ronaldinho para prisão domiciliar
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