Os efeitos das mudanças climáticas começam a interferir no esporte.
Com os impactos causados pelo aquecimento global, o Comitê Olímpico Internacional (COI) avalia a possibilidade de transferir os Jogos Olímpicos de Inverno para janeiro, o que não acontece há 62 anos – quando a competição foi realizada em Innsbruck, na Áustria.
A medida contribuiria para uma disponibilidade maior de neve natural. Em paralelo, a entidade também analisa mudanças nas modalidades presentes no programa olímpico. Para Milão-Cortina 2026, que começa oficialmente nesta sexta-feira(6), máquinas vão produzir cerca de 2 milhões e meio de metros cúbicos de neve, aproximadamente 80% do total utilizado, com custo ambiental de 946 milhões de litros de água, o equivalente a 380 piscinas olímpicas de natação.
Na edição passada, em Pequim 2022, foram usados mais de 100 geradores e 300 canhões para as pistas de esqui.
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