Concórdia – A Concórdia Saneamento começou a implementar nesta semana um plano de ação para testar quatro quilômetros da adutora de água tratada de 300 milímetros ao longo de quatro quilômetros da Rua Tancredo Neves.
Para não impactar o abastecimento da região do São Cristóvão, a companhia pressurizará a adutora de forma gradativa para verificar se existe vazamentos ou algum ponto em que reparos seja necessários.
Após essa etapa, a concessionária fará as conexões das redes locais e colocará o sistema em carga, permitindo que as obras de duplicação da Rua Tancredo Neves sejam aceleradas.
Em razão das atividades na adutora, no trecho entre a curva do Mores e a fruteira Garbin, a Concórdia Saneamento informa que os clientes da região poderão ser impactados pela falta de água em alguns momento.
“Isso pode ocorrer justamente para a execução das obras de melhoria. Será um transtorno temporário, mas para um benefício permanente”, afirma o superintendente da Concórdia Saneamento, José Roberto Epstein.
Somente para encher e testar os quatro quilômetros da adutora são necessários em torno de 400 mil litros de água.
“Para não impactar o abastecimento da região, faremos isso de forma gradativa entre esta terça e quarta-feira. Se tivermos êxito e não houver nenhum vazamento ao longo desse trecho, que sofreu várias intervenções de obras de pré-implantação da rodovia, começaremos a fazer as derivações das redes para colocar o sistema em carga, dando liberdade para que possam ser aceleradas as obras de duplicação”, detalha Epstein.
A varredura na adutora é a primeira etapa do processo para colocá-la em operação, o que beneficiará todos os bairros da linha da Tancredo Neves.
O prazo até a operação da nova adutora dependerá dos testes iniciais para verificar vazamentos e da execução das conexões locais. O trabalho da Concórdia Saneamento ocorrerá também durante a noite. “Esse trabalho está sendo feito com muito planejamento, para causar o menor impacto possível aos clientes, especialmente neste momento em que o abastecimento está normalizado”, finaliza Epstein.
