A Justiça condenou um homem de 20 anos a 34 anos e 26 dias de prisão em regime fechado. A sentença, proferida nesta quarta-feira (4), pune crimes de estupro de vulnerável, pornografia infantil e zoofilia. O réu não poderá recorrer em liberdade e seguirá preso. O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) denunciou o acusado em setembro de 2025.

Segundo o processo, o homem se aproveitava da convivência familiar para abusar do próprio irmão mais novo. A vítima tinha entre três e quatro anos de idade na época dos fatos. Os crimes ocorreram no primeiro semestre de 2025, enquanto os pais trabalhavam. Nesse sentido, o MPSC identificou pelo menos nove episódios de abusos sexuais contínuos.

A investigação comprovou os crimes por meio de vídeos gravados e divulgados pelo próprio acusado na internet. Pelo crime de estupro, a pena foi de 21 anos e três meses. Dessa forma, somam-se a isso mais 10 anos pelas práticas de produção e armazenamento de pornografia infantil. Inclusive, o réu recebeu dois anos de prisão por abusar de um gato de sua ex-companheira.

A Justiça determinou o pagamento de R$ 50 mil por danos morais à vítima. O acusado permanece detido desde setembro de 2025, após a decretação de sua prisão preventiva. Portanto, as autoridades mantêm os nomes e o município em sigilo para preservar a criança.

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