Concórdia – O período eleitoral começa a ganhar novos contornos em Concórdia e, a partir de agora, o tema deve entrar com força na discussão política local. Isso porque, nos próximos meses, lideranças que pretendem disputar a eleição deste ano poderão ter de se desligar de cargos. A medida é adotada conforme as regras eleitorais, acelerando as movimentações nos bastidores.
Com 2026 já despontando como um ano decisivo no calendário, partidos e grupos políticos intensificam as articulações e passam a observar com mais atenção o cenário local, testando nomes e avaliando o humor do eleitorado.
Em Concórdia, esse clima de pré-campanha já é perceptível. Uma pesquisa de opinião pública está em andamento e tem sido vista principalmente na região central, onde pesquisadores abordam moradores para a coleta de dados.
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O levantamento mede a percepção da população sobre a administração municipal neste primeiro ano de mandato do prefeito Edilson Massocco e do vice-prefeito Fábio Ferri.
Além de questionamentos sobre a avaliação da gestão — com respostas que vão de ótimo a ruim — a pesquisa também entra no campo político ao sondar possíveis nomes para a disputa eleitoral. Entre os citados aparecem o prefeito Edilson Massocco (PL), o ex-prefeito Rogério Pacheco (PSD) e o deputado estadual Neodi Saretta, todos mencionados como possíveis candidatos a deputado estadual.





