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Prefeitura vai intervir na SC-135 que liga Piratuba à Usina Hidrelétrica Machadinho

Piratuba – A situação da SC – 135, rodovia que liga SC ao RS através da Usina Hidrelétrica Machadinho está precária. Os motoristas já não têm mais opções de desvio de buracos e acabam tendo que escolher em qual cair. O trecho, de cerca de 20 quilômetros, é o principal acesso dos gaúchos que frequentam a cidade turística de Piratuba e também é utilizado pelos piratubenses. O objetivo da prefeitura é deixar a rodovia em condições de trafegabilidade e para isso deve patrolar alguns trechos.
Mais um pedido de massa asfáltica já foi feito ao Estado, para que um tapa-buracos seja realizado nos pontos possíveis. A administração também pediu autorização e solicitou auxílio do Estado para trabalhar na SC – 135. O superintendente do DEINFRA de Joaçaba, Alceu Peruzzo, foi contatado e se propôs a auxiliar. Ainda no início do mês, o secretário de Desenvolvimento Regional de Concórdia, Fábio Ferri, esteve em uma reunião na Prefeitura, atendendo ao chamado do prefeito e do vice, e apoiou a iniciativa.
“Conhecemos a situação da rodovia e a luta do prefeito de Piratuba na busca de medidas. Nós também estamos empenhados nisso e somos parceiros nessa iniciativa. Enquanto o projeto de revitalização não estiver pronto, vamos buscar uma alternativa paliativa, como estão nos pedindo o Dorini e Mauri”, comenta Ferri. Há muito tempo a Administração Municipal busca a solução para a rodovia. Ainda em setembro de 2015 o prefeito Claudirlei Dorini, o vice-prefeito Mauri Lenhardt, vereadores e empresários estiveram no gabinete do governador Raimundo Colombo, na busca da revitalização da rodovia.
Na época Colombo se comprometeu em ajudar na situação e pediu um novo projeto. “Estamos encaminhado o projeto, mas infelizmente é um processo demorado, dependemos de técnicos, engenheiros e não podemos esperar, queremos deixar esta rodovia em condições de tráfego”, explica o prefeito. “Neste momento estamos buscando ajuda do Estado para que nos forneça a massa asfáltica, para um tapa-buracos. Existem partes do trajeto que nem adianta mais tapar, então vamos patrolar, transformar o material retirado em base, e vamos “bater” com o rolo”, adianta Dorini.
A prefeitura já solicitou e aguarda a visita dos técnicos do DEINFRA que devem fazer uma avaliação e apontar a quantidade de massa necessária para as áreas de tapa-buraco.

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