Concórdia – A pior estiagem das últimas décadas continua fazendo estragos em Concórdia. O setor agropecuário é o que mais tem sofrido com a falta de chuva e a tendência é o quadro se agravar ainda mais. “É desesperador”, resume o vice-coordenador da Defesa Civil, Miro Toldo.
O município reuniu nesta quinta-feira, 19, representantes das empresas integradoras, Casan, Defesa Civil, Epagri, Bombeiros e demais entidades para avaliação da situação de estiagem no município.
De acordo com a Defesa Civil, só nos últimos 30 dias, foram transportados 1,4 milhões de litros d’água para consumo humano e de animais no interior do município. As perdas no setor agropecuário, segundo o secretário de Desenvolvimento Agropecuário, Mauro Martini, já ultrapassam os R$ 25 milhões. Além do transporte de água, há equipes no interior auxiliando nos depósitos e abertura de cisternas.
Na cidade, é preciso que a população economize água para não faltar. Segundo a Casan, o rio Suruvi está com capacidade reduzida e o rio Jacutinga, por enquanto, compensa na captação. Para que não haja racionamento ou rodízio, é preciso que a população consuma a água de forma consciente, sem desperdícios, utilizando somente o necessário.
Os trabalhos de abertura de depósitos e cisternas, além do transporte de água vão continuar, com a possibilidade de aumentar o número de caminhões, numa união de esforços entre os setores representativos do município. (Ascom Prefeitura de Concórdia)
Prejuízos com a estiagem já superam os R$ 25 milhões em Concórdia
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