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Preocupação com a lagarta taturana aumenta no período mais quente do ano

SC – Com a chegada do Verão, aumentam os casos de acidentes com a lagarta Lonomia obliqua, mais conhecida como taturana. Podendo atingir 6 cm de comprimento, estas lagartas apresentam espinhos verdes sobre o corpo. O corpo é marrom escuro com uma faixa marrom (diferenciada do resto do corpo) que se estende por todo o dorso do inseto, sendo margeada por um estreito contorno preto, e este é limitado por outro contorno branco (mais externo).
A presença desse tipo de lagarta é comum na Região Sul do país, mas o Oeste de Santa Catarina registra uma presença maior. Ele é encontrado, principalmente, no tronco das árvores, quando desce das folhas para se alimentar, mas não ataca a população.
A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC) lançou alerta com cuidados que devem ser tomados quanto a acidentes com o animal.
A proximidade de matas e terrenos baldios também requer atenção. Em regiões onde há enchentes o risco é grande, pois esses animais são obrigados a deixarem seus habitats em busca de um novo local, refugiando-se, muitas vezes, dentro das casas.
De acordo com Ivânia da Costa Folster, responsável pela área técnica na Gerência de Vigilância de Zoonoses (Gezoo), muitos acidentes acontecem por desatenção. “Nesta época do ano as pessoas passam fazer trilhas e outras atividades ao ar livre, aproximando-se desses animais, aumentando os riscos de picadas”, disse.
Acidentes causados pelas taturanas são os mais perigosos porque, além de provocarem dor e queimadura, podem evoluir para quadros hemorrágicos. (Diário Catarinense)

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