O Governo do Estado está expandindo o Sistema Antigranizo em Santa Catarina para reduzir prejuízos no setor agrícola. A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape) em parceria com as prefeituras. Atualmente, a tecnologia opera em 13 municípios catarinenses. Nesse sentido, o planejamento para 2026 prevê a instalação do sistema em outras 13 cidades, dobrando a cobertura atual.
O investimento estimado para esta nova etapa é de aproximadamente R$ 12 milhões. Dessa forma, o estado busca garantir mais segurança para a produção de frutas e grãos. Inclusive, o sistema já conta com 170 geradores de solo em operação no território catarinense. Portanto, o governo reforça a política de prevenção contra tempestades severas que atingem as lavouras.
O sistema utiliza geradores que queimam iodeto de prata para lançar o composto nas nuvens carregadas. O objetivo é modificar a formação das pedras de gelo antes que atinjam o solo. Além disso, a técnica transforma grandes blocos de granizo em partículas menores ou até mesmo em água. Certamente, essa redução no tamanho das pedras é essencial para minimizar os danos em culturas sensíveis, como a maçã e o tomate.
Atualmente, cidades como Caçador, Videira, Fraiburgo e Rio das Antas já utilizam a ferramenta. Para 2026, a lista inclui municípios como Joaçaba, São Joaquim, Ituporanga e Presidente Castello Branco. Dessa forma, o Sistema Antigranizo em Santa Catarina se consolida como uma referência tecnológica no país. Em 2025, o Estado já havia repassado R$ 2,2 milhões para a manutenção dos convênios vigentes.
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