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Troca de válvula cardíaca é realizada no HSF em paciente de Itá

Concórdia – No último dia 26 de outubro foi realizado mais um procedimento Cardiológico no Hospital São Francisco, desta vez uma de troca de válvula cardíaca pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Este procedimento somente foi possível em virtude da habilitação do serviço do HSF pelo poder público como unidade de assistência em Alta Complexidade na especialidade de Cardiologia.

O procedimento foi realizado no centro cirúrgico do Hospital São Francisco de Concórdia, em um paciente do município de Itá, com 59 anos de idade.

O procedimento foi viabilizado a partir da habilitação do hospital para realização de procedimentos de alta complexidade na área da Cardiologia intervencionista e Cirurgia Cardiovascular pelo SUS, através da Portaria Estadual n°642/2023, publicada pela Secretária Carmen Zanotto e pelo Governador Jorginho Mello.

Com 5 horas de duração, a cirurgia foi realizada pelo Cirurgião Cardíaco Dr. Jeferson Roberto Sesca, juntamente com o auxiliar residente Dr. Gustavo Schunemamm, a anestesiologista Dra. Beatriz Moser da equipe SEDARE, além do envolvimento direto de mais de 10 profissionais, entre instrumentadores, e outros profissionais de enfermagem. Após a cirurgia o paciente foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

De acordo com o cirurgião cardíaco Dr. Jeferson, a indicação de troca de válvula cardíaca, nos casos de infecção, ocorre quando a presença de bactérias causa destruição da estrutura da válvula ou na falha do tratamento apenas com antibióticos sistêmicos.

Quando a válvula se deteriora, e perde a capacidade de controlar o fluxo sanguíneo, a única chance de reestabelecer o bom funcionamento do coração é com a cirurgia de troca da válvula doente.

Espera-se após a cirurgia, uma rápida recuperação das funções cardíacas do paciente, pois a válvula protética funciona como nova, assim o paciente retoma, após término de antibioticoterapia e alta hospitalar, as suas funções normais como antes da doença.

Recomenda-se apenas um cuidado maior em relação a esforços físicos nos primeiros 30 dias após a cirurgia, e em cerca de 60 dias o paciente já está em plenas condições de voltar a vida normal.

Endocardite

Com o diagnóstico de Endocardite, a internação do Sr. Johann Gross foi longa em virtude do tratamento. A primeira abordagem clínica para a endocardite é o tratamento com antibióticos, administrados em leito hospitalar, visando a melhora da inflamação. Como não houve uma resposta satisfatória neste sentido, o paciente foi encaminhado para a cirurgia de troca de válvula cardíaca. Durante este período Sr. Johann foi acompanhado pelos Cardiologistas da equipe da São Camilo Dr. Ricardo Rosseto Campos e Dr. André Dallanora, além de toda a equipe multidisciplinar e de assistência.

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