A Justiça paulista negou, nesta semana, o pedido da defesa do ex-jogador Robinho, condenado a nove anos de prisão por estupro coletivo cometido contra uma mulher na Itália, para que ele ficasse menos tempo preso.
O advogado de Robinho havia acionado a Justiça com um pedido para que o crime pelo qual o ex-jogador foi condenado fosse considerado “comum” e não “hediondo”, que não foi aceito.
A defesa de Robinho disse que irá recorrer da decisão.
