Um mês após a morte do casal, Ana Carolina da Silva e Jefferson Sagaz, ocorrida em 11 de agosto em uma banheira de motel, a Polícia Civil ainda não determinou a causa do óbito. Por isso, a corporação solicitou mais 60 dias para concluir o inquérito.
A necrópsia apontou “inexistência de traumas por ação mecânica e alta temperatura dos órgãos internos”, mas não definiu o motivo da morte. Em 26 de agosto, a Polícia Civil reforçou que mantém a hipótese de morte acidental e aguarda exames complementares para encerrar o caso.
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Testemunhas viram o casal pela última vez na noite de 10 de agosto, saindo de um bar no bairro Coqueiros, em Florianópolis. Eles seguiram ao motel à beira da BR-101. No dia seguinte, funcionários do estabelecimento encontraram os corpos na banheira do quarto, ainda com água quente. O ar-condicionado permanecia ligado no modo aquecimento devido ao frio.

O perito explicou que a água quente e a temperatura do ambiente retardaram o resfriamento natural dos corpos. Ele descartou choque-térmico, inalação de monóxido de carbono e afogamento por hipertermia, já que os sinais dessas causas apareceriam na necropsia.
Segundo o especialista, mortes como esta podem parecer misteriosas inicialmente. No entanto, perícias detalhadas ajudam a esclarecer os mecanismos do óbito com o tempo.
