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Ai, que inveja! Sim, estou morrendo de inveja dos vizinhos do norte

trump presidentePrimeiramente, sinto-me na obrigação de chamar de babacas todos os esquerdistas que aqui e acolá estão protestando contra a posse de Donald Trump. Sobretudo os daqui, que, ao invés de comemorar, estão lamentando o fato de o novo presidente dos Estados Unidos estar mais preocupado com as questões internas, com os problemas dos americanos e não com os dos outros. E sabe por quê? Porque esses comunistas de araque, todos eles, no fundo, o que querem mesmo é viver o “sonho americano” e não o sonho castrista, da Cuba e da miséria. Com Trump, não vai ser fácil dar uma de lobo em pele de cordeiro.
Trump falou em alto e bom tom, em seu discurso de posse, que cada nação deve cuidar de seus próprios problemas. E, nos EUA, ele prometeu, sobretudo, revitalizar as regiões abandonadas pelos interesses econômicos e trabalhar pela restauração das indústrias que fecharam e a consequente geração de empregos. Livre de ideologias e dogmatismos, esse é um sujeito pragmático, o que explica sua vitória sobre o aclamadíssimo Barak Obama. Sim, a derrota de Hillary é também a derrota de Obama, que, apesar de ter sido um presidente correto, cheio de boas intenções e isento de escândalos em seus oito anos de mandato, não conseguiu empreender o ritmo de desenvolvimento que os norte-americanos desejam. Trump está devolvendo a esperança a seu povo.
Sim, estou morrendo de inveja dos vizinhos do norte. Quem tem um Temer na presidência, que não consegue sequer controlar uma legião de bandidos encarcerados, não pode ter outro sentimento. Há quanto tempo não nos é permitido sonhar com a esperança de dias melhores. O Brasil é o sinônimo do fracasso, o país em que nada dá certo, a periferia agonizando aos olhos do mundo. E falo de Temer referindo-me também a sua mentora, aquela incompetente “impichada” pela própria criatura. Lá se vão quase oito anos de agonia e nenhuma luz no fim do túnel conseguimos, nós brasileiros, visualizar.
Todos sabemos que Dilma elegeu-se vendendo mentiras, subornando grupos de apoio e engambelando a miséria com esmolas eleitoreiras. Enquanto isso, o país agonizava. Deu no que deu. O impeachment, tachado ou não de golpe, foi um mal necessário. O problema é que o sucessor é tão ruim quanto a antecessora. E só saímos da lama para chafurdar no esterco. Há mais de um mês, ao invés de nos preocuparmos com questões importantes e promissoras, estamos assistindo aí, todos os dias, sem trégua, ao seriado construído pelas hordas do tráfico, que, fora ou dentro das prisões, continuam dando as ordens e amedrontando a população.
Não bastasse essa vergonhosa tragicomédia, somos surpreendidos agora por outra notícia bombástica, igualmente ruim e típica de uma republiqueta das bananas. O relator da Lava-Jato, a investigação que promete acabar com a corrupção no país e prender o que há de mais pernicioso na política nacional, está morto, e os algozes suspeitos das irregularidades praticadas é que deverão indicar seu sucessor.
Este, como disse um comentarista dias atrás, é um país de brinquedo, a ilha da fantasia, a verdadeira casa dos horrores, o trem fantasma fora dos trilhos. E dizer que ainda tem brasileiro preocupado com os dodóis das viúvas de Hillary. Vamos acordar, minha gente. O inferno é aqui mesmo, e o diabo não promete dar trégua. Façamos como Donald Trump, vamos olhar para nosso próprio umbigo e, quem sabe, passemos a enxergar questões mais óbvias e imediatas com as quais devemos nos preocupar.

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