A fiscalização e a aplicação das regras e punições do projeto de Fair Play Financeiro para o futebol nacional serão feitas por um órgão com atuação independente, mas conectado à CBF.
O órgão deve ser formado até o início de 2026 com profissionais do mercado, ligados ao tema. A estrutura será semelhante à CNRD (Câmara Nacional de Resolução de Disputas), que é responsável por mediar conflitos no futebol.
O Fair Play Financeiro será implementado de forma gradual, de modo que os clubes possam se adaptar. Casos as regras não sejam cumpridas, há previsão de sanções como multas, proibição de contratar jogadores, perda de pontos e até rebaixamento. As punições também ocorrerão de forma escalonada.
