Concórdia – O concordiense e ex-ministro Luiz Fernando Furlan esteve na tarde desta segunda-feira, dia 7, visitando o Município de Concórdia e reunido com o prefeito Rogério Pacheco. O encontro serviu para mostrar a Furlan os trabalhos que o Município vem desenvolvendo e as ações no que diz respeito à contenção de gastos e investimentos.
Apesar de visitar Concórdia para uma reunião sobre o Memorial Atílio Fontana, as perguntas relacionadas a BRF foram inevitáveis por parte dos meios de comunicação que acompanharam o encontro. Furlan disse que está em um período de “silêncio” e não adiantou muitas informações sobre a companhia e os rumos que serão dados a partir da formação do novo Conselho de Administração e a saída de Abílio Diniz do comando.
Furlan apenas adiantou que nas próximas horas, talvez ainda nessa a BRF deverá apresentar aos associados os “números” do primeiro trimestre, ou seja, o balanço financeiro da empresa nos primeiros três meses de 2018. É público que a companhia em 2017, encerrou o ano com prejuízo bilionário.
Apesar do embargo feito pelo mercado da União Europeia, Furlan acredita que a BRF conseguirá superar o período mais crítico. Sem entrar em detalhes por questões de ordem interna e de lei, o ex-ministro e um dos sócios da companhia garantiu que na Unidade em Concórdia os trabalhos seguem normais.
“Jamais se pensou em cessar qualquer atividade”, disse ao prefeito Rogério Pacheco e aos presentes no encontro no Centro Administrativo da Prefeitura de Concórdia.

Furlan fala pouco da BRF na visita em Concórdia, mas diz que nunca se pensou em cessar atividades no Município
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