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BRUTALIDADE: um dos acusados de envolvimento na morte de mãe e filha no banco dos réus nesta segunda-feira

Ipumirim – O júri popular de um dos crimes mais cruéis do Alto Uruguai Catarinense será julgado nesta segunda-feira, dia 26, na Comarca de Ipumirim. Um dos acusados de envolvimento no brutal assassinato de mãe e filha em Linha Guaraipo, interior de Arabutã, estará no banco dos réus. O julgamento inicia a partir das 8h da manhã sem horário para conclusão.

Legenda: Arma do crime foi apreendida pela Polícia Civil depois de um dos acusados contar detalhes do crime
Arma do crime foi apreendida pela Polícia Civil depois de um dos acusados contar detalhes do crime
Nécio Mauro Hock, que está recolhido no Presídio Regional de Concórdia, será o primeiro a sentar no banco dos réus. Foi ele o responsável por apresentar à Polícia Civil todos os detalhes do crime e se entregar. Na época, a Polícia Civil estava investigando o caso e tinha indícios da possível autoria do crime. Mas depois que Nécio Hock se apresentou acompanhado de um advogado o crime foi esclarecido.
Genoir Dannenhauer, também denunciado por envolvimento no crime está preso em Chapecó e irá ser julgado em outra sessão do júri, já que houve recurso no Tribunal de Justiça do Estado contestando a decisão de primeira instância que leva o suspeito a júri popular.
Crime ocorreu em 2016
O assassinato de mãe e filha no interior de Arabutã causou uma comoção forte em toda a região. As duas foram assassinadas dentro do quarto do imóvel com disparos a queima roupa. O crime ocorreu no dia 30 de março de 2016, quando Lisete Lohmann e Stéfani Lohmann foi executadas com disparos na cabeça. Três homens foram apontados como participantes do guaraipocrime, sendo um menor de idade que está recolhido no CASEP em Concórdia.
Valdir Dannenhauer que também estava na casa no momento da ação conseguiu sobreviver depois de ter sido ferido na cabeça. Um dos acusados de envolvimento no crime, Genoir – é filho de Valdir Dannenhauer – que sobreviveu. Genoir é apontado pelo Ministério Público com o responsável por arquitetar o assassinato.
Valdir não morava no imóvel, mas tinha uma relação com Lisete. No dia do crime Valdir, Lisete e Stéfani estavam na casa quando houve a invasão por parte dos acusados.
 

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